segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Assim vai o mundo...


O sol escondeu-se, envergonhado , com o que os homens fazem no mundo. 

Ordenou às nuvens cinzentas que cobrissem a terra e não parassem de deixar cair água . 

Talvez assim as crianças chorassem por não poder brincar na rua e nos parques e os homens aprendessem a dar valor ao mundo onde habitavam.
 Afinal , a água era indispensável  àbvida mas se fosse demasiada , também causava prejuízos e males bem grandes a todos os seres vivos.

As crianças choraram, fechadas em casas e escolas mas os homens nada fizeram. 

Em vez disso, disseram  às mulheres que ficassem a cuidar das crianças, enquanto eles continuavam a destruir o mundo, afirmando que era a sua contribuição para o desenvolvimento .

Construíram prédios muito altos, com varandins  protegidos bem no topo, para poderem ver o mundo crescer...  
Desviaram água dos rios para construírem barragens, mesmo quando essa construção implicava desalojar pessoas, como eles... 

E diziam que o mundo crescia...

Criaram ilhas para que os ricos pudessem viver sem que vissem a pobreza dos outros.
E diziam que a segurança das pessoas era um valor fundamental.

Produziram novas sementes e alimentos sem cuidarem, muitas vezes, de proteger a saúde das populações. Depois investigavam e avisavam as populações dos perigos que corriam...

E diziam que procuravam soluções para a fome no mundo...

Dividiram a terra de acordo com os interesses dos detentores do poder a cada momento  sem que as identidades de cada povo fossem mantidas. 

E gritavam a defesa da liberdade para todos...

Exploraram a terra , os mares e o espaço, em nome do conhecimento e da ciência, apesar de destruírem a natureza, de eliminarem espécies de animais e de o planeta ter sofrido prejuízos irrecuperáveis...

E afirmavam que o conhecimento podia evitar catástrofes ...

Escreveram livros a defender a paz enquanto protegiam os fabricantes das armas que serviam para alimentar as guerras que provocavam.

E proclamavam a necessidade da guerra para defender os direitos das pessoas.

sábado, 13 de setembro de 2014

Assim vai o mundo


O sol escondeu-se, envergonhado , com o que os homens fazem no mundo. 
Ordenou às nuvens cinzentas que cobrissem a terra e não parassem de mandar água . 

Talvez assim as crianças chorassem por não poder brincar na rua e nos parques e os homens aprendessem a dar valor ao mundo onde habitavam.

 Afinal a água era indispensável a vida mas se fosse demasiada , também causava prejuízos e males bem grandes a todos os seres vivos.

As crianças choraram, fechadas em casas e escolas mas os homens nada fizeram. 

Disseram as mulheres que ficassem a cuidar das crianças, enquanto eles continuavam a destruir o mundo, dizendo que era a sua contribuição para o desenvolvimento .

Construíram prédios muito altos, com varandins  protegidos bem no topo, para poderem ver o mundo crescer...  
Desviaram água dos rios para construírem barragens, mesmo quando essa construção implicava desalojar pessoas...

E diziam que o mundo crescia...
Criaram ilhas para que os ricos pudessem viver sem que vissem a pobreza dos outros.
E diziam que a segurança das pessoas era um valor fundamental.
Produziram novas sementes e alimentos sem cuidarem, muitas vezes, de proteger a saúde das populações. Depois investigavam e avisavam as populações dos perigos que corriam...

E diziam que procuravam soluções para a fome no mundo...

Dividiram a terra de acordo com os interesses dos detentores do poder na altura sem que as identidades de cada povo fossem mantidas. 

E gritavam a defesa da liberdade para todos...

Exploraram a terra , os mares e o espaço, em nome do conhecimento e da ciência, apesar de destruírem a natureza, de eliminar espécies de animais e de o planeta ter sofrido prejuízos irrecuperáveis...

E afirmavam que o conhecimento podia evitar catástrofes ...

Escreveram livros a defender a paz enquanto protegiam os fabricantes das armas que serviam para alimentar as guerras que provocavam.
E proclamavam a necessidade da guerra para defender os direitos das pessoas.







segunda-feira, 14 de julho de 2014

Estar fora é saudável...

Estar fora do País ajuda a arejar a cabeça. Não se é bombardeado pelas guerras de manjerona entre dois irmãos gémeos do PS, embora zangados um com o outro e queiram a todo o custo fazerem acreditar os incautos que são diferentes no essencial. Não se ouvem em directo as bojardas que vêm do Atlântico, onde os "cubanos" não são bem acolhidos. Não passamos por ruas onde o comércio está fechado para venda ou para arrendar, loja sim, loja sim, apesar de haver quem afirme que a economia está a crescer. Não se vêem as caras hipócritas do pinóquio de massamá, do portas dos submarinos, do cavaco senil ou dos comentadores dos partidos , factos que , só por si, permitem que não nos sintamos tão envergonhados dos corruptos que tomaram conta do rectângulo à beira mar, quase afundado.
A serenidade da ilha penetra na nossa mente e tudo parece mais leve de suportar. Que o Salgado se enforque ou seja enforcado, que o pinóquio morra afogado, que o cavaco tenha um sulipampo e desapareça de vez, que alguém desesperado seja capaz de enfiar um balázio nalgumas dessas criaturas tão pequeninas , são desejos que já nem me ocorrem tantas vezes, embora não me desagradasse que tal acontecesse. Mas já não me sinto mal por tais desejos de violência me inundarem. 
O que me desagrada totalmente é pensar que vou ter de voltar em breve, que este tempo de acalmia do espírito é curto para que a revolta se apague...

Ainda não foi desta que vi a Alemanha derrotada...

E a Argentina  não ganhou... Que chatice! Como diz o meu neto, aqueles que nós queremos, nunca ganham... Foi Portugal, a Costa Rica, o Brasil, a Argentina... Definitivamente a sorte também está no lado dos poderosos... 
Ainda não foi desta que vi a Alemanha derrotada...

domingo, 13 de julho de 2014

Que a Argentina ganhe...

Neste momento, ainda jogam a Argentina e a Alemanha. Nada me daria mais prazer que ver a Alemanha derrotada. Só de pensar que a Merkel pode festejar a vitória, fico mal disposta...
Acreditemos que Messi vai marcar...

sábado, 5 de julho de 2014

Portugal não é a Grécia, mas é a Roménia?

Ouve- se e não se acredita ... Comparar o estado social português com o romeno, húngaro e búlgaro não lembraria a nenhum cidadão português, por mais analfabeto e ignorante que seja... Pois, foi esta comparação que um dito primeiro ministro ousou fazer... Como é possível ter caído tão baixo? Como é possível afirmar tal coisa sem ter o mínimo de vergonha? 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Com senso não é possível consenso. !

O senso continua de férias lá para os lados do suposto presidente ... 6 horas reunidos para continuarem a falar em consenso de todas as forças sociais? Qualquer pessoa com senso percepciona que é impossível qualquer acordo entre forças sociais tão distantes umas das outras , com interesses tão diversos e tão massacrados que alguns têm sido... Será que um conselho de estado de cidadãos comuns não chegaria a conclusões mais proveitosa ?
Afinal, alguém com senso insiste no consenso? Bastou o consenso do estado novo!