Não me sinto nem motivada para oferecer o meu voto nem identificada com nenhum dos candidatos na minha zona residencial. Verdade seja dita, também nunca alterei a minha mesa eleitoral e no local em que voto, de direito, também nem sequer sei quem são os candidatos. O meu marido faz a sua opção por " fidelidade", pois, segundo a sua opinião , não conhece suficientemente o outro candidato de esquerda, mas, de qualquer modo, só decide com o voto na mão. Deixar de votar é que não. Este último argumento é o único que me poderá fazer decidir sobre a minha ida à mesa de voto... A razão por que lutei tantos anos, a cidadania de que não abdiquei ainda, mas que começa a ganhar espaço em mim. Sinto que o meu voto já não contribuí para qualquer tipo de mudança. O poder local está podre, demasiado podre tal como o poder central. Mas será que vou conseguir abdicar do meu direito de voto, o único que parece restar no meio de tanta sujidade, hipocrisia e desonestidade ?
domingo, 29 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
Revolta contida
Em qualquer um. dos países europeus, há muito que este governo tinha saído. Sinto raiva e vergonha da passividade reinante.
sábado, 6 de julho de 2013
A vergonha sem limites
Os meses foram passando, o rumo não apareceu nunca e os meninos ,que brincam aos governos,, sem qualquer tipo de pudor pelo mal que espalham e pelas palavras que dizem e desdizem, continuaram, impunemente, destruindo o pais cuja Historia ignoram, porque não a sentem como sua.
Dizem que há um presidente, dizem que esse dito presidente defende a estabilidade, mas o não comportamento indicia que a instabilidade é, de facto, o que tal personagem defende acima de tudo. Outra das hipóteses pode ser a confirmação das palavras da prestimosa senhora tão eficiente a picar o braço para tirar as gotas de sangue para analises, solicitadas pelo medico " então, sabe que o Cavaco tem Alzheimer?". Sendo verdade tal diagnostico, a teimosia estaria explicada... Infelizmente, sei , por vivências passadas com familiares, que a fase inicial da doença, susceptível de ser travada no seu progresso inexorável ( e aqui, inexorável quer dizer mesmo inexoravel) com alguns medicamentos diários e bem caros, arrasta consigo uma teimosia injustificada e insensata capaz de ir minando a paciência e estabilidade emocional de todos os que o rodeiam.
O problema , no entanto, neste caso, não e a doença que não escolhe pessoas para se instalar, mas as consequências do reflexo da doença em milhões de portugueses. Estamos no lixo, nas mãos de um pensionista doente sem que ninguém tenha coragem para assumir a responsabilidade de mandar os putos brincalhões para casa.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
A palhaçada continua ...
As nomeações sem senso sucedem-se... Um , não, dois especialistas com 21e22 anos... Um rapazola para embaixador do empreendedorismo jovem.. Moedas e Relvas, dois políticos da mesma fornada... Até quando esta palhaçada ?
Sanidade mental
Uns dias sem notícias tornam-se urgentes para manter o mínimo da minha sanidade mental...
sábado, 9 de março de 2013
As palavras esgotaram _se...
As palavras esgotaram-se. Por muito que busque, não encontro palavras que consigam expressar os sentimentos de raiva e revolta que me assaltam.
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